Direito e rotina de trabalho
A análise precisa olhar a sequela e o trabalho que você faz.
Uma limitação na mão, na coluna ou na perna pode afetar cada profissão de um jeito. Para avaliar o auxílio-acidente, não basta ler o diagnóstico. É preciso entender as tarefas que você exercia e o que mudou depois do acidente.
Adriano Corrêa Brito é formado em Administração e Direito, com especialização em Direito Civil aplicado à Gestão de Produção e Renda Rural. Também produz café especial nas fazendas da família em Minas Gerais. Em Três Pontas, vive uma história que chega à quarta geração da família Correa e à terceira dos Brito.
Essa vivência ajuda a compreender o esforço físico e as tarefas do campo. Na análise previdenciária, ela se soma ao exame dos registros do INSS e das provas médicas e profissionais. Conheça sua trajetória em Sobre Adriano e veja outras orientações em benefícios previdenciários.
- Entender qual era sua atividade na época do acidente.
- Relacionar a sequela às tarefas do seu trabalho.
- Conferir sua categoria previdenciária e os documentos disponíveis.
Pedir uma análise individual